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‘Atendimento informatizado no HEG traz mais agilidade para o paciente’ – Entrevista com Eduardo Peres, responsável pela Tecnologia da Informação

O setor de Tecnologia da Informação do Hospital Evangélico Goiano passa por profundas transformações que estão melhorando o serviço oferecido aos pacientes. Confira esta entrevista de Eduardo Frederico, responsável pela TI na instituição. Ele explica como tem sido o processo de evolução tecnológica na instituição.

HEG – Qual é o seu nome completo e em que área atua no Hospital Evangélico Goiano?

Eduardo Frederico Peres de Souza – Eu Me chamo Eduardo Frederico Peres de Souza e sou responsável pelo setor de Tecnologia da Informação (TI) do Hospital Evangélico Goiano.

HEG – Que mudanças vêm sendo implementadas no setor de TI do HEG?

EFPS – Varias mudanças vêm acontecendo. Na verdade, as transformações são constantes, mas quero destacar aqui a implantação da triagem de paciente de forma eletrônica e o PEP – Prontuário Eletrônico do Paciente, que envolve fichas de anamnese (exames), evoluções e prescrição informatizada, por exemplo.

HEG – Como estas mudanças contribuem para o funcionamento da estrutura da instituição e para melhorar o atendimento aos pacientes?

EFPS – Para a instituição, estas mudanças trazem mais agilidade, clareza e integração dos dados. Isso porque tudo está concatenado, ou seja, um conjunto de ações de vários profissionais, setores diferentes no fim se encontram no mesmo local, um sistema de gestão. Imaginemos um prontuário físico com dezenas de folhas, cada uma com sua importância, porém desordenada. Essa informatização dos processos, além de organizar de forma sistemática, dá acesso fácil e rápido aos profissionais que precisam da informação do paciente e com isso chegamos à segunda parte de sua pergunta.

HEG – Estamos curiosos para saber mais sobre este assunto

EFPS – Um atendimento informatizado no HEG, após sua implantação, traz mais agilidade para o paciente, tendo em vista que a “burocratização” de um processo deixa de ser organizada por um profissional e passa ser regida por um sistema, deixando o profissional mais livre para os seus reais deveres. Outro ponto forte é a informação concentrada em um único local e disponível para todos os integrantes dos processos e em qualquer local da instituição de forma clara e segura, pois não é qualquer pessoa que consegue alterar tais informações e, dependendo da informação, nem a própria pessoa que inseriu os dados no sistema consegue. Isso cria uma histórico de informações dos pacientes.

HEG – Na prática, qual é o benefício para os pacientes e para a instituição?

EFPS – O leva e traz de prontuários acabam. Com um ou dois cliques em um computador e a informação do paciente já está nas mãos dos médicos, enfermeiros, multiprofissionais, etc, contribuindo para suas tomadas de decisões. Há a questão da segurança do paciente, não somente dos dados inseridos no sistema, mas sua legibilidade, onde passamos de algo escrito para o digitado, dando mais clareza nos pedidos de medicações e para quem são e onde estão. Essa ação simples minimiza e muito os erros por parte dos profissionais. Outro ponto forte é a rastreabilidade, isto é, temos o controle de qual medicação o paciente usou com seus lotes, validades, dia de ministração. Tudo isso dá mais segurança ao paciente caso ocorra uma reação a algum medicamento. Aqui citei só algumas das dezenas ou centenas de seguranças que um processo informatizado traz ao paciente.

HEG – Qual é a importância do diálogo entre o setor clínico e o de tecnologia?

EFPS – É de importância essencial, sem ela nada acontece. A T.I tem que manter um diálogo constante e claro com o setor clínico para entender a real necessidade dos profissionais. Muitas vezes um profissional deseja uma melhoria em seu processo ou em um aplicativo por exemplo, mas ele vem com a ideia de funcionamento de forma simples e algumas vezes nebulosa. O profissional da T.I deve pegar o pedido do setor clínico e analisar cada detalhe e o impacto que isso pode trazer para outros setores. Como citei na pergunta anterior, todos os processos são integrados, concatenados. Nada melhor que um bom diálogo cristalino e sincero para chegarmos na melhor solução para o setor e, é claro, para o paciente, o qual é nossa maior preocupação.

HEG – Explique um pouco como funciona o setor de TI para a população entender.

EFPS – A T.I é um apoio para a instituição. Além de colaborar nas organizações e criações de processos de praticamente todos os outros setores da instituição, ela é responsável pela manutenção, funcionamento e implantação de aparelhos de informática, telefonia, internet, dentre outros, como também treinamentos e apoio com documentos digitais e relatórios. Quando um gestor da instituição precisa de um relatório, é a T.I que orienta a forma de conseguir o resultado desejado a esse gestor e muitas vezes chega ao ponto de criar tal relatório para que esse profissional tome suas decisões.

HEG – Então praticamente todo o atendimento no hospital depende da T.I.

EFPS – Sim. Quando o paciente ou um familiar chega na instituição e retira uma senha para o atendimento, o trabalho da T.I já começa ali, na emissão da senha, passando pela classificação de risco que o profissional faz em sua estação de trabalho – microcomputador, prosseguindo para o chamado do médico que visualiza em seu monitor que há paciente no aguardo para ser atendido, indo até a alta desse paciente. E podemos ir além: quando o paciente retorna precisando de um documento ou uma visualização de seu prontuário, a T.I está ali por trás apoiando aquele colaborador que presta serviço, buscando em um sistema informatizado o que o paciente deseja. Um hospital nunca para e a T.I acompanha esse ritmo pelos bastidores da instituição, dando seu suporte em equipamentos de informática, em processos e para os outros colaboradores que precisam de ajuda em tecnologia, sendo informação ou não.

Diretor técnico do HEG
Dr. Carlos Siade – CRM 9155