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HEG implanta identificação por pulseira impressa

O Hospital Evangélico Goiano realizou no dia 15, última terça-feira, treinamento e capacitação com colaboradores da Central de Internação Hospitalar com o objetivo de passar orientações sobre a identificação de pacientes, por meio de pulseira impressa. Desde o dia 16, quarta-feira, todos os pacientes internos do HEG passaram a ser identificados desta forma. Segundo a coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente, Maria Sônia Pereira, a correta identificação é uma determinação da RDC 36.

Como ela detalha, a Resolução institui como meta número 1, a correta identificação do paciente. “No ato da internação ele recebe a pulseira impressa com os seus dados, e todos os funcionários do HEG vão se dirigir ao paciente chamando-o pelo nome e confirmando o nome da mãe. São dois parâmetros de segurança que serão utilizados toda vez que se for administrar medicamento, realizar coletas de materiais para exames laboratoriais e de imagem, cirurgias, procedimentos invasivos e transfusão sanguíneas”, detalha.

Maria Sônia Pereira enfatiza ainda que a identificação do paciente é prática indispensável para garantir a segurança em qualquer ambiente de cuidado à saúde, incluindo, por exemplo, unidades de pronto atendimento, coleta de exames laboratoriais, atendimento domiciliar e em ambulatórios. “Erros de identificação podem acarretar sérias consequências para a segurança do paciente. Falhas na identificação do paciente podem resultar em erros de medicação, erros durante a transfusão de hemocomponentes, em testes diagnósticos, procedimentos realizados em pacientes errados e/ou em locais errados, entrega de bebês às famílias erradas, entre outros”, expõe.

Para assegurar que o paciente seja corretamente identificado, todos os profissionais devem participar ativamente do processo de identificação, da admissão, da transferência ou recebimento de pacientes de outra unidade ou instituição, antes do início dos cuidados, de qualquer tratamento ou procedimento, da administração de medicamentos e soluções. A identificação deve ser feita por meio de pulseira de identificação, prontuário, etiquetas, solicitações de exames, com a participação ativa do paciente e familiares, durante a confirmação da sua identidade.