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Hospital Evangélico Goiano apresenta orientações para prevenção de Traumatismo Cranioencefálico (TCE)

O Hospital Evangélico Goiano apresenta uma série de orientações e dicas importantes para prevenir a ocorrência de Traumatismo Cranioencefálico – TCE, comumente chamado de Traumatismo Craniano.

O TCE é qualquer trauma na região da cabeça. É um problema comum na infância e uma das principais causas de consulta de urgência em Pediatria. Vômitos, palidez e sonolência logo após a queda são comuns e, isoladamente, não preocupam.

Após as quedas as crianças geralmente dormem para se refazerem do susto – isto é normal e não há contra-indicação, mas elas devem ser observadas durante as próximas 24 horas. Se houver dúvidas quanto à intensidade do sono a criança deve ser acordada após algum tempo para verificar o seu estado de consciência.

Alguns sintomas e sinais são importantes e irão indicar as medidas a serem tomadas. As primeiras 24 horas são as mais críticas. É aconselhável que a criança permaneça em companhia de alguém confiável durante este período. A criança deverá retornar ao hospital se aparecerem os sintomas típicos.

Dicas importantes

1- Mantenha sempre os números dos telefones de emergência (SAMU: 192 e Corpo de Bombeiros: 193) próximos aos aparelhos de telefone de sua casa. Peça para os avós, parentes e amigos fazerem o mesmo
2– Recém-nascido e lactentes: ao trocar a fralda, mantenha sempre uma mão das mãos no bebê enquanto troca as fraldas, fique atento. Não use andador com rodas, prefira o cercado (chiqueirinho)

3 – No carro use sempre cadeiras e assentos de segurança

4– Ao andar de bicicleta, skate ou patins as crianças devem usar capacete e sapatos fechados, evitando cadarços folgados ou soltos

5- As brincadeiras devem acontecer em locais seguros, longe dos carros, piscinas, escadas, lajes e sacadas

6– Mantenha objetos pesados em locais seguros, evitando sua queda sobre as crianças

7– Não deixe as crianças sozinhas e oriente seus familiares e amigos quanto à proteção das crianças

Sintomas

1. Dor de cabeça que não melhora com analgésicos comuns

2. Sonolência excessiva

3. ‎Irritabilidade ou ansiedade

4. ‎ “Moleira” abaulada ou dura

5. ‎Desmaio, fraqueza, diminuição da força ou formigamento nas pernas ou metade do corpo

6. ‎Dificuldade para falar ou entender (memória ou concentração)

7. ‎Distúrbio de personalidade ou comportamento

8. ‎Confusão mental

9. ‎Náuseas, vômitos, tonturas ou convulsão

10. ‎Diminuição da audição ou visão.

11. ‎Movimento estranho dos olhos, visão dupla

12. ‎Alteração da respiração

13. ‎Perda de líquido claro ou sangue pelo ouvido ou nariz

14. ‎Alteração do tamanho das pupilas

15. ‎Dor na nuca ou durante movimentos do pescoço

16. ‎Dificuldades para realizar as atividades normais em casa ou escola

17. ‎A criança poderá continuar usando as medicações prescritas pelo MÉDICO, porém não use sedativos, remé- dios para dormir ou xaropes para tosse pelo menos nas próximas 48 horas. Acorde a criança frequentemente (2 a 3 vezes), para que se possa avaliar a presença dos sinais acima descritos.