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Trajetória do Hospital Evangélico Goiano e vida dos fundadores são contadas no livro ‘História da Medicina em Goiás’

O Hospital Evangélico tem, a cada dia, ganhado o reconhecimento de importantes instituições no Estado de Goiás. Nacionalmente, o HEG já é reconhecido como um Hospital de ponta, em diversas especialidades. São muitas histórias para contar, de conquistas que o levaram a ser uma das maiores instituições hospitalares do Estado de Goiás. O livro ‘História da Medicina em Goiás’, publicado pela Contado Comunicação, relata a trajetória dos fundadores do Evangélico; a estruturação e modernização da Instituição.

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O lançamento do livro foi realizado no dia 6 de novembro de 2014, em Goiânia, com as presenças do diretor-executivo do Hospital Evangélico Goiano, Dr. Ernei de Oliveira Pina, e o diretor de planejamento, Dr. Edmo de Oliveira Pina, juntamente com o diretor da Unimed Goiânia, Dr. Sizenando da Silva Campos Júnior. A obra é de autoria de Iúri Rincon Godinho.

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A história do Hospital Evangélico Goiano

‘Quando os médicos eram reis’. Este é o título do capítulo do livro ‘História da Medicina em Goiás’ que trata de desenvolvimento da medicina compreendido entre os anos de 1900 e 1929. Em 1927, o HEG era criado pelo casal James e Daisy Fanstone. O texto aborda que ‘a fé, inclusive, é um instrumento arraigado na visão e missão da unidade de saúde, que enfoca o tratamento integral de seus pacientes e funcionários. La se cuida do corpo e espírito’.

Ainda sobre a instituição, o autor aborda que ‘O Hospital Evangélico Goiano ocupa uma área de 10 mil metros quadrados, sendo oito mil de construção própria, 178 leitos, mais de 500 funcionários e 150 médicos. O maior hospital privado de Anápolis está repaginado com as reformulações do pronto socorro, da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e das alas de internação. Nesse período de mudanças e adequações, o HEG adquiriu aparelhos modernos, como o tomógrafo de 64 canais’ e sua nova máquina de hemodinâmica Phillips.

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Capítulo do livro que trata da história do Hospital Evangélico Goiano. Na foto, Dr. James Fanstone ao lado de sua residência.

Curiosidades

O primeiro capítulo do livro, intitulado ‘Adoeceu, morreu’, trata do desenvolvimento da Medicina no Estado de Goiás durante o Século XVIII. Conforme o relato, ‘Goiás tinha pouco mais de 20 anos de idade quando os médicos entraram pela primeira vez na história’. ‘No século XVIII, adoecer era quase morrer. Não havia médicos, apenas curandeiros e receitas caseiras de plantas para buscar a cura. Muito provavelmente não havia médicos também no final de junho de 1722, quando a bandeira de Bartolomeu Bueno da Silva estava pronta para partir para o território que viria a se chamar Goiás’, continua a descrição.

O Século XIX é apresentado como ‘O despertar da medicina goiana’. O autor destaca neste capítulo que ‘O triste quadro goiano desde que os bandeirantes entraram no território na década de 20 do século XVII, começou a mudar, principalmente com a inauguração, em 1826, do Hospital de Caridade São Pedro Alcântara, na Cidade de Goiás’. Mas o quadro continuava desolador. Portanto, ‘por essas e outras é que as autoridades goianas se encheram de coragem e ousadia e pediram ao governo da Regência, em abril de 1832, nada mais nada menos do que um curso de medicina na Cidade de Goiás, equivalente a uma faculdade, que só sairia do papel 128 anos depois’.

Além disso, ‘curandeiros e feiticeiros continuavam fazendo a festa e cobravam caro: boi, cavalo, carneiro, galinha, ovos e outros serviam como pagamento’. Autorizado por Dom Pedro I em janeiro de 1825, o Hospital de Caridade São Pedro de Alcântara foi capaz de ‘mexer com a vida de todos os moradores da Cidade de Goiás’, município onde foi construído. Esta instituição, continua o livro, ‘fez nascer a primeira farmácia que se conheceu no estado, mandava na cadeia, no cemitério (também o primeiro nos moldes que conhecemos hoje) e ditava normas de higiene e alimentação.

Um fato curioso marcou a história deste Hospital: ‘Instalado em 15 de janeiro de 1826, o local só começaria a funcionar um ano e meio depois, em 27 de agosto de 1827. O prédio custou dois contos de réis, dinheiro arrecadado pelos religiosos entre a população. Ou seja, o primeiro hospital nasceu da esmola do povo e não teve pudor em instalar na porta de entrada uma caixinha para receber mais donativos’. A instituição hospitalar ‘possuía apenas 24 leitos, que podiam chegar a 30, divididos meio a meio para homens e mulheres em alas separadas. Seis enfermeiras assistiam aos internados e em 1835 uma casa anexa servia para os pacientes menos graves. Pacientes com lepra, elefantíase e feridas abertas eram tratados separadamente. Mesmo passando mal, o paciente só era admitido se antes passasse por um padre, confessasse e comungasse’.

O livro História da Medicina em Goiás ainda trata sobre os anos de 1930 a 1939, sob o título ‘Um médico constrói a nova capital’. Esta sessão trata que ‘o representante máximo da classe (médica) para Goiás foi Pedro Ludovico Teixeira, o homem que construiu Goiânia’. Como vitórias de Pedro Ludovico, o autor cita que ‘noções de higiene e saúde acabaram ecoando em todo o estado. Foi uma espécie de despertar sobre a necessidade de entender as cidades como locais que poderiam passar por transformações para dar mais saúde à população’.

O capítulo ‘2ª Guerra interfere na Medicina Goiana’ trata do desenvolvimento da Medicina no Estado de Goiás dos anos de 1940 a 1949. As demais décadas, a partir de 1950, são descritas nos seguintes capítulos: ‘Os anos dourados da medicina em Goiás’, ‘A faculdade e a ditadura’, ‘A queda do império médico’, ´Césio’, ‘Tempo de morrer’, e ‘ Guerra e paz’.

A Assessoria de Comunicação do Hospital Evangélico Goiano disponibiliza para consulta o livro ‘História da Medicina em Goiás’. Entre em contato para conhecer um pouco mais sobre o HEG!

Ascom – Hospital Evangélico Goiano
Cel: 62 9695-4572

Ascom/ Felipe Homsi